Direito para a saúde
Direito para médicos e dentistas.
Profissionais e clínicas de saúde carregam um risco que poucos enxergam: contratos de sociedade frágeis, vínculos mal definidos e patrimônio exposto. Estruturamos a parte jurídica para o consultório crescer sem deixar a porta dos fundos aberta.
O que fazemos
Atuamos em quatro frentes:
Sociedade entre profissionais de saúde
Contratos de sociedade e parceria entre médicos e dentistas, com regras claras de receita, plantões e saída.
Estruturação de clínicas e consultórios
Organização jurídica do negócio e definição correta de vínculos entre sócios, prestadores e colaboradores.
Proteção patrimonial
Separação entre o patrimônio pessoal e a atividade, para reduzir a exposição do que foi conquistado.
Contratos com convênios e fornecedores
Revisão de contratos com operadoras, fornecedores e prestadores ligados à rotina da clínica.
Por onde começamos
Três passos claros.
Passo 01
Diagnóstico da clínica
Análise da sociedade, dos vínculos
e dos contratos que sustentam
o consultório.
Passo 02
Estruturação
Organização societária, contratos
e proteção patrimonial
adequados à atividade.
Passo 03
Acompanhamento
Suporte contínuo para a clínica
crescer com a estrutura
em dia.
O que costuma dar errado
Quem cuida de gente nem sempre percebe que o consultório está desprotegido.
Sociedade de clínica sem regra clara
Quando dois ou mais profissionais se juntam sem acordo, a divisão de plantões, receita e saída vira conflito na primeira diferença.
Vínculo mal definido
Sócio, prestador, pejotizado ou empregado. A definição errada do vínculo gera passivo trabalhista e tributário silencioso.
Patrimônio pessoal exposto
Sem separação entre profissional e pessoa física, o risco da atividade alcança o que foi conquistado fora dela.
Perguntas frequentes
O que costumam nos perguntar sobre saúde · médicos e dentistas.
Clínica com dois ou mais sócios precisa de contrato entre eles?
Precisa, e a sociedade entre profissionais da saúde tem particularidades que um contrato societário comum não cobre. É preciso definir como se divide a receita quando os sócios têm produção diferente, o que acontece com os pacientes e o prontuário se um sócio sair, quem responde pelo passivo de um atendimento anterior à saída, e se há restrição de atuação nas proximidades depois do desligamento. Sem isso, a divisão de uma clínica costuma travar justamente na carteira de pacientes, que é o ativo principal e o mais difícil de partilhar.
O que muda no contrato de uma clínica em relação a outras empresas?
Muda a camada de responsabilidade profissional e de sigilo, que é regulada pelos conselhos, e a camada de dados, porque dado de saúde é dado pessoal sensível na LGPD e recebe proteção mais rígida. Entram no contrato temas que outras empresas não têm, como guarda e prazo de retenção de prontuário, responsabilidade técnica, publicidade dentro das regras do conselho da categoria e o vínculo entre a pessoa jurídica e o profissional que de fato atende.
Preciso de termo de consentimento para os pacientes?
Sim, e vale separar dois documentos que costumam ser confundidos. O consentimento informado é do campo assistencial e trata do procedimento em si, dos riscos e das alternativas. O consentimento de dados é do campo da LGPD e trata do que a clínica faz com a informação do paciente, incluindo uso de imagem, envio de mensagens e compartilhamento com convênio ou laboratório. Um não substitui o outro e usar apenas um deles deixa uma das duas frentes descoberta.
Posso usar foto de paciente para divulgar meu trabalho?
Só com autorização específica e escrita para essa finalidade, e ainda assim dentro dos limites de publicidade do conselho da sua categoria, que restringe divulgação com apelo sensacionalista ou promessa de resultado. A autorização precisa ser separada, não escondida no meio do termo de atendimento, e a pessoa pode revogá-la depois, o que obriga a clínica a ter um jeito prático de retirar aquele conteúdo do ar.
Contrato com convênio e com laboratório também precisa de análise?
Precisa, porque são contratos de adesão redigidos pela outra parte e concentram os pontos que mais afetam o caixa da clínica, como prazo de repasse, glosa, reajuste, exclusividade e condições de rescisão. Nem sempre há espaço para negociar tudo, mas saber exatamente o que foi assinado muda a gestão. Boa parte das reclamações de repasse tem resposta no próprio contrato, que raramente foi lido até o fim.
Vamos conversar sobre o seu caso.
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